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ARX Long Term FIC FIA lidera ranking elaborado pela IstoÉ Dinheiro com os fundos mais rentáveis da década.
ARX Long Term FIC FIA lidera ranking elaborado pela IstoÉ Dinheiro com os fundos mais rentáveis da década.

Para acessar a matéria na íntegra, divulgada em 24/01/2019, clique em:

https://www.istoedinheiro.com.br/10-anos-de-lucro/

Fundos de investimento não contam com garantia do administrador, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou fundo garantidor de créditos – fgc. A rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura.

Leia o formulário de informações complementares, lâmina de informações essenciais e o regulamento antes de investir. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e das taxas descritas no regulamento do fundo, como as taxas de entrada, taxas de saída e taxas de performance, por afetarem a rentabilidade do fundo 555 e não estarem refletidas no valor da cota. Os fundos de ações e multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. Para mais informações acesse o regulamento do fundo, disponíveil no site www.cvm.gov.br ou no seguinte link do site do administrador: https://servicosfinanceiros.bnymellon.com/apppages/investimentfunds/fund.aspx?iditem=1604

 


Nova Estratégia de Crédito Privado da ARX
É com grande satisfação que anunciamos em agosto de 2018 a contratação de uma nova equipe com ampla experiência no segmento de Crédito Privado, composta por Pierre Jadoul, Vitor Trova, Lucas Dias e Paulo Bokel.

Pierre Jadoul, CGA, CFA® atuará na gestão dos portfolios dedicados à estratégia de crédito privado, tendo exercido essa posição durante os últimos 6 anos. Lucas Dias, CGA e Vitor Trova, CGA irão compor a equipe atuando na análise de crédito e trading e Paulo Bokel, CFP®, que acumula mais de 25 anos de experiência profissional, participará do comitê de investimentos e integrará o time de relacionamento com investidores.

Antes de se juntarem à ARX, estes profissionais participaram da gestão de uma das maiores famílias de fundos dessa categoria, com track record altamente reconhecido e comprovada qualidade de gestão, análise e capacidade de distribuição.

A contratação destes profissionais reforça o compromisso da ARX em expandir seus negócios no país e diversificar sua grade de produtos, mantendo o foco na excelência da gestão de recursos.

Em breve, entraremos em contato para informar sobre os novos produtos que serão lançados dessa estratégia.

Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos por meio dos endereços: distribuicao@arxinvestimentos.com.br  e/ou paulo.bokel@arxinvestimentos.com.br

Atenciosamente,

ARX Investimentos


Quando o possível não é o bastante
Segue abaixo o artigo escrito pela nossa Economista-chefe, Solange Srour, publicado no website do Instituto Millenium (http://www.institutomillenium.org.br/artigos/quando-o-possivel-nao-e-o-bastante/) em 24/08/2017.

 

QUANDO O POSSÍVEL NÃO É O BASTANTE

 

Finalmente o governo anunciou a tão esperada revisão da meta fiscal para 2017 e 2018. Diante da possibilidade de perda da confiança dos agentes econômicos, a equipe econômica trabalhou arduamente para sinalizar austeridade fiscal ao mercado. De fato, o valor das novas metas ficou dentro das expectativas e foi bem recebido pelos investidores. Estamos então com a questão fiscal de curto-prazo resolvida? Certamente não. Todo mundo conhece a história do bode na sala. Sua conclusão é que, às vezes, para resolver um problema, é preciso criar outro bem maior. Diante da possibilidade das metas ficarem em torno de R$ 180 bi, R$ 159 bi não pareceu tão ruim.

 

O aumento das metas para o déficit público só pôde ser realizado sem causar grandes turbulências nos mercados porque o cenário internacional é extremamente benigno nesse momento. O problema fiscal do nosso país é matemático: com os gastos crescendo constantemente acima do PIB, só conseguiremos nos financiar se os nossos credores acreditarem que poderemos gerar impostos suficientemente altos para pagar a conta ao longo do tempo ou se aprovarmos algumas reformas importantes que impeçam o crescimento explosivo dos gastos. Qualquer investidor que acompanhe as notícias já entendeu que aumento de impostos não passa por esse Congresso e que as reformas terão de esperar o próximo governo, seja lá qual for. Enquanto o mundo estiver crescendo sem inflação, notícias negativas podem ficar em segundo plano e seguimos adiante, vulneráveis como sempre.

 

Não devemos nos tranquilizar diante do comportamento dos ativos financeiros pós-anúncio da nova meta fiscal. A incerteza em relação à sustentabilidade de médio prazo da nossa dívida é alta. Como cortar o gasto do INSS sem uma reforma previdenciária abrangente? Como aumentar a receita se o Congresso reluta em desmontar o programa de desoneração da folha de pagamentos do governo Dilma? Como contar com o Refis se o relator da medida na Câmara propõe anistia praticamente total aos devedores com anuência de grande parte dos deputados e senadores? Como esperar subsídios menores e transparentes no futuro se o atual presidente do BNDES tem atuado contra a aprovação da MP 777, que elimina paulatinamente os absurdos benefícios concedidos por meio da TJLP?

 

Metas fiscais calcadas em receitas não recorrentes não resolvem a situação fiscal de nenhum país no médio prazo, pois tais receitas, por definição, não irão se repetir indefinidamente. O Rio de Janeiro fez esse tipo de cálculo, considerando que os royalties de petróleo seriam eternos. Durante anos, o gasto do tesouro do Rio de Janeiro com folha de pagamentos cresceu de forma desproporcional ao PIB estadual, o Estado concedeu vários benefícios fiscais ao setor privado e usou receitas extraordinárias, como os depósitos judiciais, para bancar gastos recorrentes. Agora o caixa secou e não é mais possível pagar os aposentados e funcionários públicos em dia. A população não possui mais acesso aos serviços básicos como educação e saúde.

 

O fato de o governo ter anunciado algumas medidas de redução do gasto, como a revisão nas carreiras do funcionalismo público, a elevação da alíquota previdenciária dos servidores que ganham mais de R$ 5.000 e o cancelamento dos reajustes para cargos comissionados é positivo e mostra entendimento sobre a direção que devemos seguir, mas não altera a realidade do nosso desequilíbrio estrutural. Tais medidas, se aprovadas pelo Congresso, nos ajudam atravessar a pinguela, mas não resolvem nosso problema. A questão é que, com o passar do tempo, este cresce de forma acelerada e fica cada vez mais custoso para o país sair desse imbróglio fiscal.

 

Solange Srour
Economista-chefe, ARX Investimentos

Este texto foi produzido pela autora e não necessariamente reflete as opiniões da empresa. O mesmo não deve ser considerado oferta ou aconselhamento de investimentos.


Adiamento de reformas e aumento do deficit ampliam incertezas
Segue abaixo o artigo escrito pela nossa Economista-chefe, Solange Srour, publicado no website da Folha de S. Paulo em 19/08/2017

 

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/08/1911204-adiamento-de-reformas-e-aumento-do-deficit-ampliam-incertezas.shtml

 

Empurrar com a barriga é o que o Brasil mais tem feito na última década.

 

Desde a grande crise financeira que abalou o mundo em 2008, recorremos a uma série de malabarismos fiscais para mascarar o elevado gasto público: desonerações e controles de preços que represavam a verdadeira inflação, incentivos ao consumo que disfarçavam a falta de potencial para crescermos sustentavelmente e proteções tarifárias que tentavam compensar a baixa competitividade de nossas empresas.

 

Ao longo da década, o país conseguiu escapar da grande derrocada porque o mundo lhe foi bastante favorável. Desde a expansão fiscal chinesa, que contribuiu para elevar significativamente os preços de nossas exportações, até a política de juros extremamente baixos nas principais economias, contamos com o tempo a nosso favor.

 

O atual governo começou a mudar nossa perspectiva de eterna vulnerabilidade ao ambiente externo. Avançamos em ações microeconômicas importantes, com as mudanças na legislação sobre conteúdo nacional, melhorias na gestão de estatais e bancos públicos e a reestruturação do papel do BNDES, entre outras.

 

A reforma trabalhista e a Lei da Terceirização foram avanços extremamente relevantes. Na parte macro, estabelecemos um teto para os gastos públicos, uma regra fiscal de grande importância para um país que vem sofrendo a maior crise econômica de todos os tempos.

 

Apesar de todas as conquistas, a sensação atual é que retrocedemos ao passado não tão longínquo. Depois dos eventos de maio e da crise política que se instaurou, passamos a empurrar as questões cruciais do país para o próximo governo, sem termos a menor ideia de como ele será.

 

Como resolver o problema fiscal brasileiro sem uma reforma da Previdência abrangente? Após o Congresso barrar o avanço da denúncia contra o presidente, poderemos ao menos mudar algumas regras que engessam o gasto público? Poderemos enfrentar a resistência de grupos organizados que se beneficiam das distorções do gasto público?

 

Tudo indica que não. O capital político do governo é hoje bem menor do que era logo depois do impeachment. A denúncia contra o presidente foi barrada, mas o custo foi bem alto. A aprovação da reforma da Previdência e de outras medidas impopulares exige uma perspectiva de poder que esse governo não terá tempo de oferecer.

 

Na melhor das hipóteses, o governo, daqui em diante, concentrará esforços em evitar a perda total da confiança do mercado financeiro e dos empresários. A mudança das metas fiscais deste ano e de 2018 foi bem recebida pelos investidores, mas exige vitórias importantes no Congresso que serão cautelosamente acompanhadas.

 

Escapamos do rebaixamento das agências de rating por ora. Enquanto a perspectiva de equilíbrio fiscal vai se esvaindo, aproveitamos o interregno benigno mundial na esperança de um governo forte em 2019.

 

A má notícia é que a atual crise política atingiu quase todos os partidos, aumentando a chance de a próxima eleição presidencial ser bem pulverizada e altamente incerta.

 

SOLANGE SROUR é economista-chefe da ARX Investimentos


Metas de inflação importam mais do que parecem
Segue abaixo o artigo escrito pela nossa Economista-chefe, Solange Srour, publicado no website do Instituto Millenium (http://www.institutomillenium.org.br/artigos/metas-de-inflacao-importam-mais-do-que-parecem/) em 04/07/2017.

 

Metas de inflação importam mais do que parecem

 

As expectativas do mercado para o IPCA de 2019 e 2020 estão em 4,25%, vindas de 5,0% no início da atual administração do Banco Central. Do ponto de vista técnico havia um custo muito alto para a política monetária se o CMN decidisse manter a meta de inflação para o ano de 2019 em 4,5%. Era bastante provável que tal escolha levasse a um aumento das expectativas longas para 4,5%, pelo simples fato de a meta ser um atrator natural quando o Banco Central detém o mínimo de credibilidade. Pode-se até especular que as expectativas para 2018, que hoje estão em 4,30%, apresentassem uma resistência maior a cair mesmo diante de números de inflação mais baixos do que os esperados, como os que estamos nos deparando ultimamente. No limite, as expectativas de 2018 poderiam rapidamente retornar ao nível de 4,5% diante de qualquer choque adverso, mesmo que temporário. Um aumento das expectativas, nesse momento, atrapalharia o atual ciclo de afrouxamento monetário, uma vez que as expectativas são elementos cruciais na formação da própria inflação.

 

Tais especulações têm um motivo de existir. Assim ocorreu em 2007 quando o CMN fixou uma meta de inflação para 2009 em 4,5% diante de expectativas de 4,0% para os anos de 2009, 2010 e 2011. No início de 2008, o aumento da inflação corrente levou a uma desancoragem das expectativas para 2009, 2010 e 2011. Em junho de 2008, as expectativas para 2010 e 2011 já haviam retornado para a meta de 4,5%. É comum um choque na inflação corrente afetar as expectativas até 12 meses a frente, mas o fato documentado que temos é que isso correu mesmo para expectativas 2 e 3 anos à frente. Se o CMN mantivesse agora a meta de 2018 em 4,5% para 2019, teríamos grandes chances de levar as expectativas de 2020 e 2021 para 4,5%, o que seria totalmente contraproducente.

 

Ao baixar a meta, o CMN não só impediu um aumento das expectativas longas, como trouxe uma inovação trazendo já agora uma meta também para 2020. A ampliação do horizonte de fixação da meta de inflação é muito bem-vinda. Estamos caminhando para balizar de fato as expectativas longas, trazendo mais previsibilidade aos agentes econômicos. Ao estabelecer a meta de 2020 em 4,0%, 25pp mais baixa do que a de 2019, o CMN nos sinaliza que nossa meta de inflação deve caminhar para valores mais baixos de modo gradual. O anúncio de 2020 potencializou os efeitos da nova meta de 2019 que já era amplamente esperada pelo mercado. O Focus da semana seguinte ao CMN já revelou as expectativas de 2019 e 2010 na nova meta de 4,25% e 4,0% respectivamente. Até a expectativa de 2018 se beneficiou do anúncio recuando para 4,25% também.

 

Não podemos dissociar a política monetária do quadro fiscal. Um país cuja dívida está em trajetória explosiva como a nossa não consegue atingir juros reais baixos em prazos longos, a menos que realize reformas importantes. Estávamos com a bola na boca do gol quando a crise política explodiu. Não parece haver mais condições para se aprovar ainda nesse governo uma reforma da Previdência que nos conduza a uma estabilização da dívida. Para a política monetária, essa oportunidade perdida terá seu preço. Um país com o quadro fiscal completamente desajustado não consegue conviver com inflação baixa e estável por muito tempo. Mas o que o Banco Central deve fazer diante desse quadro?

 

O Banco Central deve simplesmente perseguir a sua meta de inflação. Enquanto as expectativas estiverem ancoradas e seus modelos indicarem que a trajetória da inflação futura é favorável, os juros poderão continuar caindo. O Banco Central sabe que opera agora em uma economia muito mais instável e não é a toa que não divulga um discurso ou documento oficial sem usar e abusar da palavra incerteza. Seguindo o livro-texto, conseguimos quebrar a espinha dorsal da inflação. Não há mais divórcio entre a inflação e o nível de atividade, os serviços desaceleraram bastante e a inércia da inflação é hoje bem menor do que no passado. O Banco Central deve cumprir o seu papel de levar a inflação para a meta ao longo de seu mandato. Se a política fiscal não cooperar, a inflação inevitavelmente voltará e os juros subirão.

 

Alguns analistas defendiam que o CMN mantivesse a inflação em 4,5% diante da crise política que vivemos. A resposta do Banco Central para isso foi clara. Temos hoje a credibilidade necessária para nos comprometermos com metas de inflação mais ambiciosas e almejar juros mais baixos de forma sustentável. Não podemos perder a oportunidade de colher os frutos do trabalho realizado desde o início do processo de flexibilização monetária, sem perder de vista que as incertezas em relação ao nosso quadro fiscal podem nos levar novamente ao descontrole completo da inflação.

 

 

Solange Srour
Economista-chefe, ARX Investimentos

Este texto foi produzido pela autora e não necessariamente reflete as opiniões da empresa. O mesmo não deve ser considerado oferta ou aconselhamento de investimentos.


ARX Income FIA está entre os fundos de investimentos mais rentáveis do século XXI
Um estudo da ADVFN Brasil sobre os últimos 16 anos do mercado financeiro brasileiro revela os principais gestores com capacidade de gerar, no longo prazo, retornos consistentes e muito acima dos índices de mercado.

 

A ARX Investimentos e o fundo ARX Income FI Ações* despontam entre eles.

 

Referindo-se à ARX Investimentos, a ADVFN cita: “a casa prima por investimentos sólidos e planejados, elaborando estudos profundos e indicadores, não estando necessariamente em busca de distorções de preços de mercado”.

Para acessar a matéria na íntegra, divulgada em 23/01/2017, clique em http://br.advfn.com/jornal/2017/01/os-fundos-de-investimentos-mais-rentaveis-do-seculo-xxi

*Para mais informações sobre o fundo, acesse o relatório mensal disponível no website da ARX: https://www.arxinvestimentos.com.br/InvestmentFunds/Fund/9


ARX Investimentos é um dos sete gestores com destaque em estudo divulgado pelo Valor Econômico
O fundo ARX Long Term FIA*, gerido pela ARX Investimentos, é um dos sete fundos de ações que se destacaram em estudo feito por meio de dados levantados pela provedora Morningstar, conforme matéria divulgada pelo Valor Econômico. O fundo teve um retorno anualizado de 11,92% nos últimos 5 anos**, superando inclusive o CDI, que teve um retorno anualizado de 10,17% no mesmo período.

Acesse a matéria na íntegra***: http://www.valor.com.br/financas/4268240/sete-fundos-de-acoes-bateram-cdi-nos-ultimos-cinco-anos

 

*Para maiores informações sobre o fundo, acesse o relatório mensal disponível no website da ARX: http://www.arxinvestimentos.com.br/InvestmentFunds/DownloadLaminaPDF/1159
**Encerrados em 21/09/2015.
***Conteúdo exclusivo a leitores cadastrados ou assinantes.

Top equity manager - ARX é destaque em avaliação feita pela Citywire
O BNY Mellon Brazil Equity Fund, fundo constituído na Irlanda e gerido pela ARX, é destaque em avaliação feita pela Citywire sobre gestores dedicados ao mercado de renda variável brasileiro.

 

Veja a matéria na íntegra: http://citywireglobal.com/news/beating-brazil-top-two-equity-managers-revealed/a835086?sectorID=1201


Inflação bem longe de 6,5%. Até quando?
Segue abaixo o artigo escrito pela nossa Economista-chefe, Solange Srour, publicado no Jornal Valor Econômico em 18/03/2015. 

“O ano de 2015 começou com um enorme desafio para o Banco Central. Diante da necessidade de fazer um ajuste fiscal expressivo e de trazer uma maior transparência para as contas públicas, o Ministro da Fazenda anunciou no início do ano uma série de medidas com impacto inflacionário relevante. A diminuição dos subsídios aos preços da energia elétrica, a retirada das isenções de IPI sobre duráveis, o aumento de impostos sobre combustíveis, importados, entre outros, levaram em poucas semanas as estimativas do mercado para o IPCA deste ano a passarem de 6,5% para 7,8%. Nos cálculos da ARX Investimentos, esse aumento das expectativas embute apenas os efeitos diretos dos aumentos dos impostos nos preços finais, ou seja, o impacto primário. Certamente energia elétrica e combustível são dois itens cujo impacto nos custos das principais cadeias produtivas é bem relevante e mesmo diante de uma atividade econômica fraca terão seus aumentos repassados em algum grau para os demais bens e serviços.

O desafio inflacionário fica ainda mais complexo pelo fato da economia estar entrando em recessão. Parece contraditório, uma vez que uma economia fraca deveria gerar uma perspectiva de desinflação. Mas o fato é que diante da forte desaceleração da economia, os aumentos de impostos anunciados não são mais suficientes para trazer o superávit primário para a meta de 1,2% do PIB, ainda que tenhamos um contingenciamento significante esse ano. Como a estabilização da nossa dívida bruta é hoje fundamental para a volta da confiança e para a manutenção do nosso grau de investimento, o ajuste ainda terá que ser complementado com mais impostos, piorando no curto-prazo as perspectivas tanto para o crescimento quanto para a inflação.

Além do chamado “tarifaço”, assistimos a uma depreciação do Real em relação ao dólar de cerca de 37% nos últimos 6 meses. Apesar de o repasse cambial ter diminuído ao longo dos últimos anos, ele está longe de ser nulo, principalmente em uma economia com um histórico de inflação alta e expectativas desancoradas. Chegamos a meados do primeiro trimestre do ano com um dólar perto de R$ 3,20 apesar do programa de colocação de swaps cambiais e de taxas de juros internacionais extremamente baixas. É verdade que as commodities que exportamos tiveram forte queda desde 2011, mas as condições para o financiamento do nosso déficit em conta corrente foram ainda muito favoráveis até o momento. As pressões para uma desvalorização adicional do Real ainda são bem significativas, uma vez que o programa de swap não deverá ser renovado indefinidamente e a perspectiva de dólar forte ao longo dos próximos meses se mantem elevada, consequência de uma economia americana cada vez mais robusta.

Já esperávamos um ano de ajustes para 2015: ajuste de preços administrados, ajuste fiscal, ajuste cambial e, consequentemente, uma queda significante da atividade econômica. Entretanto, por uma conjunção de fatores, desde a crise política até a possibilidade de racionamento, os custos desses ajustes estão sendo bem maiores do que inicialmente previsto. As expectativas para inflação e para crescimento do PIB este ano estão em deterioração contínua. No final do ano passado, poucos economistas falavam da possibilidade de recessão e muitos achavam que o IPCA não passaria do teto da meta. Hoje estamos falando em queda de mais de 1% do PIB e inflação quase dois pontos percentuais acima do teto da meta.

Do ponto de vista do Banco Central, o desafio é grande, mas já tivemos experiências tão desafiadoras quanto na nossa historia recente. A fim de ancorar as expectativas e resgatar 4,5% de inflação como meta, os membros do Banco Central têm dito que farão “o que for necessário para que este ano a inflação entre em longo período de declínio, que a levará à meta de 4,5% em 2016”. O problema é que mesmo com a economia em recessão e com o cumprimento do ajuste fiscal prometido, poucos acreditam que a inflação possa mesmo chegar em 4,5% ano que vem, a menos que ocorra um choque exógeno muito favorável. A maioria dos modelos utilizados pelo mercado aponta a necessidade da Selic bem acima de 13% a fim de trazer a inflação para 4,5% no ano que vem. Isso porque, após mais de cinco anos com inflação rodando bem acima da meta, a inércia inflacionária aumentou, enquanto o produto potencial caiu. Mesmo na ocorrência de uma forte redução nos preços administrados em 2016, teríamos que ter uma atividade extremamente fraca em 2016 para que o recuo da inflação de preços livres permitisse o alcance de 4,5% de IPCA. É razoável esperar que o Banco Central faça um choque de juros aprofundando a recessão atual para atingir 4,5% em 2016?

Depois de passar os últimos quatro anos mirando uma inflação abaixo de 6,5%, o Banco Central conseguiu estabelecer uma âncora para as expectativas: não o centro da meta, mas o teto da meta. Com a inflação esse ano passando dos 8,0%, tenta agora estabelecer a âncora de 4,5%. Se o desafio de não perder os 6,5% já é grande diante dos elevados números de inflação que virão nos próximos meses, ancorar o ano que vem em 4,5% é bem maior. O argumento de que o choque cambial e o forte aumento das tarifas terão efeitos inflacionários temporários é muito arriscado, dado que estamos convivendo com uma inflação elevada há mais de cinco anos. O ideal seria estabelecer um prazo de convergência mais longo e crível. Para ser crível, precisa ser acompanhado de uma política monetária suficientemente apertada que ancore as expectativas do prazo determinado na meta.  Um prazo curto não ancora as expectativas porque não é crível; um prazo muito longo também não ancora nada. O Banco Central precisa achar um meio termo que, combinado com uma ação efetiva de politica monetária, traga de volta a percepção de que a inflação possa de fato voltar para o centro meta.

Mesmo diante de altos custos sociais e políticos, o governo não possui qualquer alternativa a não ser insistir nos difíceis ajustes. A inflação está alta desde 2010 e corremos o risco de perder até mesmo o teto da meta como referência. A adoção de uma meta ajustada e o alongamento do prazo para seu alcance não podem ser feitos sem o cuidado de assegurar que os agentes econômicos compreendam que o objetivo do Banco Central não é abandonar de vez o regime de metas de inflação e sim escolher uma trajetória de juros que traga a inflação para patamares menores com o menor custo possível para a sociedade. Essa estratégia deve ser executada com a máxima determinação. Bancos Centrais sabem como fazer valer sua determinação e nesses casos mais valem ações do que palavras.

 

Solange Srour

Economista-chefe, ARX Investimentos

 

Este texto foi produzido pela autora e não necessariamente reflete as opiniões da empresa. O mesmo não deve ser considerado oferta ou aconselhamento de investimentos.”


ARX Investimentos é destaque no Prêmio Top Gestão 2015
Gostaríamos de compartilhar com vocês o prêmio Top Gestão recebido pela ARX pelo 5º ano consecutivo.

O prêmio foi elaborado pela Standard & Poor’s e publicado pela Revista ValorInveste.

Para acessar a matéria na íntegra, clique em: http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=73

Atenciosamente,

ARX Investimentos

 

A ARX Investimentos foi premiada na categoria Focadas – Alocação Mista Flexivel nos anos 2015 e 2014, e foi premiada na categoria Focadas – Renda Variável nos anos 2013, 2012 e 2011. O ranking anual “Top Gestão 2015" referente à 2014 foi  publicado na edição nº 73, em junho de 2015, na Revista Valor Investe e também está disponível no  site http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=73. O ranking anual “Top Gestão 2014" referente à 2013 foi  publicado na edição nº 71, em junho de 2014, na Revista Valor Investe e também está disponível no  site http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=71 .O ranking anual “Top Gestão 2013" referente à 2012 foi  publicado na edição nº 69, em junho de 2013, na Revista Valor Investe e também está disponível no  site http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=69

O ranking anual “Top Gestão 2012" referente à 2011 foi  publicado na edição nº 60, em abril de 2012, na Revista Valor Investe e também está disponível no  site http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=60. O ranking anual “Top Gestão 2011" referente à 2010 foi  publicado na edição nº 49, em abril de 2011, na revista Valor Investe e também está disponível no site http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=49.

Para ler a matéria, metodologia e ranking de fundos, acesse: http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=1&edicao=73 . Esse anúncio não constitui oferta ou qualquer sugestão ou recomendação de investimento, em particular ou em geral, e não leva em conta objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades particulares de qualquer pessoa física ou jurídica individualmente considerada.

Esse email não deve ser reproduzido ou redistribuído a qualquer outra pessoa, total ou parcialmente, sem o prévio consentimento da ARX Investimentos.


ARX Income FIA é eleito o fundo mais rentável do século
Gostaríamos de compartilhar com vocês o destaque obtido pelo ARX Income FIA em publicação feita no dia 26/2 no jornal Valor Econômico, onde foi eleito o fundo mais rentável do século*.

O fundo, constituído em 1999, rendeu 1.713% desde 2000**, contra 605% do CDI e 193% do Ibovespa. A ARX Investimentos reforçou na reportagem a importância dos investidores terem um horizonte de investimento mais longo, evitando, assim, avaliações de curto prazo.

Para acessar a matéria na íntegra, acesse (conteúdo exclusivo para assinantes): http://www.valor.com.br/financas/3927574/os-fundos-do-seculo

Fundo mais rentável do século





* Conforme análise feita pela FGV-SP que considerou os fundos ativos em 31/12/1999, excluídos capital protegido, imobiários e FDICs. Matéria escrita por Luciana Seabra.

** Período avaliado: 31/12/1999 a 31/12/2014

 


Melhores Fundos - Valor Investe 2014
É com muito orgulho que compartilhamos o destaque obtido pelos nossos fundos na matéria “Os Melhores Fundos”, publicada pelo Jornal Valor Econômico em 17/12/2014.

Os fundos ARX Extra FIM, ARX Long Short FIC FIM, ARX Long Short 30 FIC FIM e ARX FIA receberam 5 estrelas no ranking elaborado pela Standard & Poor’s.

Para acessar a matéria na íntegra, acesse: http://www.valor.com.br/financas/3825904/desempenho-vencedor (conteúdo exclusivo para assinantes)

 

Atenciosamente,

ARX Investimentos


Nota: Os fundos citados acima participaram do ranking pelas seguintes categorias: Multimercados – Alocação Mista Flexível (ARX Long Short FIC FIM e ARX Extra FIM), Multimercados – Alocação Mista Long & Short (ARX Long Short 30 FIC FIM) e Renda Variável – Ações Ibovespa Ativo (ARX FIA). Para consultar os documentos dos fundos citados acesse http://www.arxinvestimentos.com.br/InvestmentFunds/Index e acesse a página de cada fundo. Os fundos ARX Extra FIM, ARX Long Short FIC FIM e ARX Long Short 30 FIC FIM estão fechados para captação.


ARX Investimentos é destaque no Prêmio Top Gestão 2014
É com muito orgulho que compartilhamos com vocês o prêmio Top Gestão recebido pela ARX pelo 4º ano consecutivo.
 

Os fundos ARX Long Short FIC FI Multimercado, ARX Extra FI Multimercado e ARX Long Term FI de Ações, receberam 5 estrelas no ranking elaborado pela Standard & Poor’s.

 

Atenciosamente,

ARX Investimentos

 

Nota: O ranking anual “Top Gestão" é publicado na revista Valor Investe. O ranking de 2013 foi publicado na edição nº 71, em junho de 2014; o ranking de 2012 foi publicado na edição nº 69, em junho de 2013; o ranking de 2011 foi publicado na edição nº 60, em abril de 2012; o ranking de 2010 foi publicado na edição nº 49, em abril de 2011.


Comunicado ARX: Implementação de sistema de gerenciamento de ordens
RIO DE JANEIRO, 10 de abril de 2014 – A ARX Investimentos está sempre buscando soluções inovadoras que tornem o processo de investimentos mais eficiente e seguro para nossos clientes. Nos últimos dois anos, pesquisamos uma plataforma de gestão robusta e flexível que atendesse às particularidades dos ativos e processos do mercado brasileiro.

Conforme anunciado no final de 2012, a ARX Investimentos assinou um acordo para a implementação do Eze OMS™, premiado sistema de gerenciamento de ordens da Eze Software. O sistema é uma solução abrangente que simplifica processos complexos e mitiga riscos operacionais, deixando todo o processo de gestão uniforme otimizando sua performance. A Eze Software fornece soluções globais de tecnologia para o gerenciamento de processos de investimentos de front e middle-office. O sistema oferece uma arquitetura flexível que provê funcionalidades que auxiliam o processo de gestão de portfólios, gerenciamento de ordens e controles de compliance em tempo real.

Durante esse período, as duas instituições têm trabalho juntas de forma a adequar o sistema às particularidades e necessidades do mercado brasileiro. Em parceria com a ARX Investimentos, a Eze Software construiu novas integrações com prestadores de serviços locais e globais, incluindo o negócio de administração do BNY Mellon no Brasil.

Temos o prazer em comunicá-los que começamos a utilizar o sistema Eze OMS™. A ARX Investimentos terá benefícios em toda a cadeia de investimentos, incluindo o processamento automático de operações (STP), relatórios e alertas de compliance que poderão ser customizados de diferentes formas com o intuito de consolidar, em uma mesma plataforma, os requerimentos regulatórios locais e internacionais com as demandas dos investidores.

A ARX Investimentos utilizará o sistema para automatizar os complexos processos de negociação típicos do mercado brasileiro, incluindo o processo de alocação pre-trade na construção de portfolios, controles de compliance preventivos e detectivos, reconciliação junto a terceiros e o processamento automático de operações (transações eletrônicas com contrapartes e verificação completa de todas as etapas do processo de gestão e alocação).
Estamos confiantes que essa solução flexível com funcionalidades abrangentes amparará nosso crescimento em um mercado em constante evolução.


ARX INVESTIMENTOS




“Uma história de lucros”: BNY Mellon ARX Investimentos no foco de matéria da Infomoney sobre fundos de ações de longo prazo.
RIO DE JANEIRO, 29 de novembro de 2012 – José Tovar, Managing Director do BNY Mellon ARX Investimentos, participou recentemente de uma entrevista para InfoMoney sobre o comportamento dos fundos de ações no longo prazo.

 

O autor da matéria Diego Lazzaris, após fazer uma análise mais detalhada sobre os fundos de ações conclui que “Quanto mais tempo o investidor conseguir manter a sua posição, maiores são as chances de aproveitar o crescimento da empresa e embolsar os ganhos, tanto com a valorização do papel quanto com a distribuição de dividendos”.

 

Para entender melhor como a gestão desse tipo de fundo é realizada José Tovar participou da entrevista comentando pontos chaves que devem ser observados pelo investidor ao optar por esse tipo de investimento. Ele afirma que “Antes de escolher um gestor, você precisa olhar como ele se comportou nos últimos dez anos, e não apenas o histórico das últimas dez semanas. O passado recente não é garantia de performance futura, mas o passado longo mostra que esse gestor passou por grandes turbulências, como o 11 de Setembro e as crises nos EUA e na Europa, e, ainda assim, conseguiu um bom resultado no longo prazo”.

 

A matéria destaca alguns fundos do BNY Mellon ARX Investimentos que tiveram um retorno de longo prazo superior ao IBOVESPA (principal indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro) e fala ainda sobre as mudanças nos cenários nacional e internacional, onde afirma que “os brasileiros terão que passar por uma reeducação financeira para conseguir rendimentos parecidos com aqueles que tinham até pouco tempo atrás”.

 

A matéria, na íntegra está disponível na edição de Novembro/Dezembro da Revista Infomoney.

   


Notas aos Editores:

A ARX Investimentos, focada em asset management no Brasil, possui R$ 14,2 bilhões em gestão ativa de estratégias multimercado, ações e renda fixa, com uma base de clientes diversificada, que inclui pessoas físicas, empresas e fundações.

O BNY Mellon Asset Management é a organização que reúne as boutiques de gestão de investimentos afiliadas ao BNY Mellon e empresas globais de distribuição.

O BNY Mellon é uma empresa global de serviços financeiros e seu foco é ajudar clientes a administrar seus ativos financeiros. Ela opera em 35 países e atua em mais de 100 mercados. A empresa é uma dos líderes na prestação de serviços financeiros para instituições, corporações e pessoas físicas, oferecendo excelência em gestão de investimentos e serviços para investimentos através de uma equipe global exclusivamente voltada para o atendimento das necessidades de seus clientes. Em junho de 2013 a empresa possui US$26,2 trilhões de ativos sob custódia e administração, US$1,4 trilhão de ativos sob sua gestão. BNY Mellon é uma marca corporativa do The Bank of New York Mellon Corporation. Maiores informações estão disponíveis em www.bnymellon.com.

(dados de agosto de 2013)

 


BNY Mellon é novamente Eleito o Banco Mais Seguro dos EUA, de acordo com Pesquisa da Revista Global Finance
NOVA YORK, 25 de agosto de 2011 — O BNY Mellon, líder global em gestão de investimento e serviços a investidores, foi considerado o banco mais seguro dos EUA pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com o ranking anual da revista Global Finance, chamado “Os 50 Bancos Mais Seguros do Mundo”.    O ranking dos “50 Bancos Mais Seguros de Mundo” de 2011 foi baseado numa análise de avaliações de crédito de longo prazo — da Moody's, Standard & Poor's e Fitch — e ativos totais dos 500 maiores bancos de todo o mundo. Já em seu 20º ano, ao ranking anual dos “50 Bancos Mais Seguros do Mundo”, da Global Finance, é reconhecido e respeitado como referência em qualidade creditícia pela comunidade financeira mundial.  No ranking de 2011, o BNY Mellon manteve sua posição de banco mais seguro nos EUA, além de subir seis posições no ranking global.     “A força de nosso balanço patrimonial e nossa estratégia de gestão de capital continuam a diferenciar o BNY Mellon no mercado. Elas também dão suporte ao nosso foco estratégico no desenvolvimento de novas e inovadoras soluções que contribuem para o sucesso de nossos clientes”, disse Robert P. Kelly, chairman e chief executive officer do BNY Mellon.    “Mais do que nunca, a qualidade creditícia está sendo considerada o atributo principal para bancos”, disse Joseph D. Giarraputo, publisher da revista.  “Investidores e consumidores são cada vez mais atraídos por bancos com força e estabilidade comprovadas — o que enfatiza a importância de nossa pesquisa e reflete positivamente em bancos com posições superiores”.   O BNY Mellon é uma empresa global de serviços financeiros, ajudando seus clientes a gerenciar seus ativos financeiros. A empresa opera em 36 países e atua em mais de 100 mercados.  A empresa é líder na prestação de serviços financeiros para instituições, corporações e high net worth individuals, fornecendo serviços relativos a gestão de investimentos com uma equipe global voltada às necessidades de seus clientes.  O banco tem US$ 26,3 trilhões em ativos sob custódia e administração e US$ 1,3 trilhão em ativos sob gestão. É agente fiduciário de US$ 11,8 trilhões em dívida de terceiros e processa uma média de US$ 1,7 trilhão em pagamentos globais por dia.  BNY Mellon é uma marca corporativa do The Bank of New York Mellon Corporation (NYSE: BK). BK).  Informações adicionais estão disponíveis no endereço www.bnymellon.com e no Twitter, através do @bnymellon.

BNY Mellon ARX Investimentos é Eleito o Melhor Gestor de Fundos de Ações com Gestão Ativa pela Revista Exame pelo segundo ano consecutivo
RIO DE JANEIRO, 26 de agosto de 2011 – O BNY Mellon ARX Investimentos, uma empresa do BNY Mellon Asset Management especializada em investimentos no Brasil, foi eleito pelo segundo ano consecutivo o melhor gestor de fundos de ações com gestão ativa pela Exame.
 
A Exame disponibiliza uma das mais completas pesquisas de fundos de investimento no Brasil, preparada pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ela é um guia sobre investimentos pessoais e contém um ranking com 1.000 fundos. Os fundos podem ser classificados por tipo (ações, renda fixa e multimercado, por exemplo), por investimento inicial mínimo e por gestores de recursos.
 
“Estamos honrados que uma instituição de respeito como a FGV e uma publicação de tamanho prestígio como a Exame reconheceram o desempenho de nossos fundos ativos de ações”, disse José Tovar, Managing Director do BNY Mellon ARX. “O conhecimento e expertise de nossa equipe de investimento geraram resultados impressionantes por um longo período, recebendo o prêmio da publicação em 2005, 2006, 2010 e mais uma vez em 2011.”
Notas aos Editores:   BNY Mellon ARX Investimentos, focada em asset management no Brasil, possui R$ 11 bilhões em gestão ativa de estratégias multimercado, ações e renda fixa, com uma base de clientes diversificada, que inclui pessoas físicas, empresas e fundações.   O BNY Mellon Asset Management é a organização que reúne as boutiques de gestão de investimentos afiliadas ao BNY Mellon e empresas globais de distribuição.   O BNY Mellon é uma empresa global de serviços financeiros e seu foco é ajudar clientes a administrar seus ativos financeiros. Ela opera em 36 países e atua em mais de 100 mercados. A empresa é líder na prestação de serviços financeiros para instituições, corporações e indivíduos (high net worth individuals), fornecendo serviços de asset management e wealth management, asset servicing, emissões, compensação e tesouraria através de uma equipe global atenta às necessidades de seus clientes. A empresa tem US$ 26,3 trilhões em ativos sob custódia e administração e US$ 1,3 trilhão em ativos sob gestão, é agente fiduciário de US$ 11,8 trilhões em dívida de terceiros e processa uma média de US$ 1,7 trilhão em pagamentos globais, diariamente. BNY Mellon é uma marca corporativa do The Bank of New York Mellon Corporation. Maiores informações estão disponíveis em www.bnymellon.com.   (dados de Agosto de 2011)  

BNY Mellon ARX Investimentos é Eleito o Melhor Gestor de Fundos de Ações com Gestão Ativa de 2010 pela Revista Exame
RIO DE JANEIRO, 23 de agosto de 2010 – O BNY Mellon ARX Investimentos, uma empresa do BNY Mellon Asset Management especializada em investimentos no Brasil, foi eleito o melhor gestor de fundos de ações com gestão ativa de 2010 pela Exame, uma das revistas de negócios mais lidas no país.   A Exame disponibiliza uma das mais completas pesquisas de fundos de investimento no Brasil, preparada pelo Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ela é um guia sobre investimentos pessoais e contém um ranking com 1.000 fundos. Os fundos podem ser classificados por tipo (ações, renda fixa e multimercado, por exemplo), por investimento inicial mínimo e por gestores de recursos.   Para escolher o melhor gestor ativo de ações, a Exame avaliou de maneira quantitativa o desempenho de 208 fundos ativos de ações domiciliados no Brasil, que se enquadram às exigências da revista quanto à capitalização de mercado e outros critérios.   “Estamos felizes porque uma instituição de respeito como a FGV e uma publicação de tamanho prestígio como a Exame reconheceram o forte desempenho de nossos fundos ativos de ações”, disse José Tovar, managing director do BNY Mellon ARX. “O conhecimento e expertise de nossa equipe de investimento gerou resultados impressionantes por um longo período. Recebemos o prêmio da publicação em 2005 e 2006, quando éramos uma empresa independente, a ARX Capital Management. Receber esse prêmio em 2010, após a integração da ARX ao BNY Mellon, mostra que o processo de integração das equipes foi bem sucedido. O fato de recebermos esse premio é uma prova da força e continuidade de nossa equipe local”.
    Notas aos Editores:
BNY Mellon ARX Investimentos, focada em asset management no Brasil, possui mais de R$ 11 bilhões em gestão ativa de estratégias multimercado, ações e renda fixa, com uma base de clientes diversificada, que inclui pessoas físicas, empresas e fundações.
O BNY Mellon Asset Management é a organização que reúne as boutiques de gestão de investimentos afiliadas ao BNY Mellon e empresas globais de distribuição.
O BNY Mellon é uma empresa global de serviços financeiros e seu foco é ajudar clientes a administrar seus ativos financeiros. Ela opera em 36 países e atua em mais de 100 mercados. A empresa é líder na prestação de serviços financeiros para instituições, corporações e indivíduos (high net worth individuals), fornecendo serviços de asset management e wealth management, asset servicing, emissões, compensação e tesouraria através de uma equipe global atenta às necessidades de seus clientes. O banco tem US$ 21,8 trilhões em ativos sob custódia e administração e US$ 1,0 trilhão em ativos sob gestão, é agente fiduciário de US$ 11,6 trilhões em dívida de terceiros e processa uma média de US$ 1,5 trilhão em pagamentos globais, diariamente. BNY Mellon é uma marca corporativa do The Bank of New York Mellon Corporation.
 
Maiores informações estão disponíveis em www.bnymellon.com.     Fonte: BNY Mellon Asset Management em 30 de Junho de 2010. Este press release é de caráter informativo e pode ser distribuído no Reino Unido e EUA. O mesmo não constitui oferta ou qualquer sugestão ou recomendação de investimento, em particular ou em geral, em nenhuma jurisdição ou sob nenhuma circunstância. Este press release é divulgado pelo BNY Mellon Asset Management (US) e pelo BNY Mellon Asset Management International Limited (ex-US) aos membros da mídia e imprensa financeira. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos – FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.